quinta-feira, 6 de julho de 2017

TCHÊ TCHÊ NÃO É LATERAL

O Tchê Tchê não comprometeu, foi bem no aspecto defensivo, mas perder o seu futebol no meio de campo, principalmente sua capacidade de saída de bola e criação de contra ataques, para deslocá-lo em uma função onde o Mayke poderia ter sido escalado tranquilamente, pode ter sido um dos motivos que levou o Palmeiras a levar a pressão monstra dos equatorianos no segundo tempo.


Ao analisar o potencial dos jogadores fica fácil enxergar que a opção do Cuca matou pelo menos duas armas ofensivas. A velocidade do Mayke para a criação de jogadas pela direita, como vinha fazendo em todas as partidas anteriores, além da qualidade no passe no meio de campo do Tchê Tchê, que poderia quebrar a marcação alta do adversário, abrindo um caminho limpo para o gol.



No cenário defensivo, a partida do Tchê Tchê não foi superior ao que o Mayke vinha fazendo. Já a formação de uma dupla de volantes com Bruno Henrique e Thiago Santos, sendo que o time já tinha o Juninho na esquerda e ainda o Zé Roberto como meia, foi uma decisão demasiadamente conservadora por parte do Cuca.



Se tivesse optado por escalar o Mayke na direita, com o Tchê Tchê e o Bruno Henrique fazendo a dupla de volantes, o Juninho na esquerda e o Zé Roberto como meia, o time ficaria muito mais técnico para sair jogando com a bola dominada para servir os jogadores de frente com qualidade e não perderia seu poder de marcação.








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