quinta-feira, 6 de julho de 2017

IGUAL A VITÓRIA NO MOISÉS LUCARELLI

O que a torcida do Palmeiras mais se questiona é porque o Cuca não escalou o time com a mesma postura daquele que venceu a Ponte Preta por 2 a 1 no Moisés Lucarelli, naquela que foi a melhor partida fora de casa desde a sua volta no comando da equipe.



Naquela ocasião o Verdão entrou em campo com a seguinte formação: Prass; Mayke, Mina, Luan e Juninho; Furtado, Tchê Tchê e Guerra; Guedes, Erik e Willian.



Contando os reforços e baixas na equipe o Cuca deveria ter feito a seguinte escalação: Prass; Mayke, Mina, Luan e Juninho; Thiago Santos (Bruno Henrique), Tchê Tchê e Zé Roberto; Guedes, Dudu e Willian.



O motivo para o treinador ter mudado de ideia e retrancado a equipe? Existem três teorias possíveis.

1) Trauma do primeiro tempo contra o Cruzeiro: Assim como o Cruzeiro, o Barcelona tem um ataque muito rápido, porém menos técnico (parece um bando de Euller em campo), talvez o medo de tomar um placar elástico tenha feito ele optar por uma postura conservadora.

2) Surpresa pelo corte do Guerra: Até poucas horas antes da partida, o Guerra era presença confirmada no time, e com certeza era a peça chave do treinador para quebrar a marcação alta do adversário no meio de campo e municiar o Dudu ou o Willian nas pontas, ou o Borja mais centralizado. Perder o jogador fez com que ele escolhesse entre colocar o Zé Roberto e ter uma postura mais recuada ou então entrar com o Keno na esquerda e o Dudu no meio de campo. Como todos viram ele escolheu errado.

3) Desgaste de jogadores: A única desculpa plausível para o treinador ter deixado o Mayke e o Roger Guedes no banco é se eles não estavam 100% fisicamente para a partida, qualquer outro argumento cairá dentro de uma invencionice que beira a irresponsabilidade.

Espero que o castigo dos acréscimos sirva de lição na escolha dos onze jogadores que iniciarão o confronto contra o Cruzeiro, no Mineirão, no domingo, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.





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