quinta-feira, 6 de julho de 2017

O PALMEIRAS É O TIME DA VIRADA

O Palmeiras começou perdendo um confronto de mata mata fora de casa sete vezes em sua história na Libertadores da América, em apenas uma ocasião não conseguiu reverter o placar.



A única disputa que o Verdão saiu derrotado foi justamente a primeiras vez que o clube disputava a competição, em 1961, quando enfrentou o Peñarol na final, perdeu por 1 a 0 no Uruguai e deixou o título escapar ao empatar por 1 a 1 em São Paulo.



A partir daí o Palmeiras enfrentou a mesma situação em outras seis ocasiões, conseguindo reverter a vantagem do adversário em todas elas. Detalhe que em 4 delas, o Palestra saiu vitorioso na decisão por pênaltis, sendo o Marcos o goleiro em todas.



Em 1995, na oitavas de final, o Verdão perdeu por 1 a 0 para o Bolivar na altitude de La Paz, na partida de volta não teve dificuldades para golear por 3 a 0.

Na campanha do título de 1999, nas semifinais, o Palestra enfrentou o River Plate e perdeu o primeiro jogo também pelo placar de 1 a 0. Revertendo no Parque Antártica enfiando 3 a 0, em um partida que os comandados de Felipão beiraram a perfeição.

Na final, o Palmeiras mais uma vez perdeu por 1 a 0 o jogo de ida, em Cali, contra o Deportivo. No jogo decisivo, o Verdão venceu por 2 a 1, como não havia a vantagem do gol fora de casa, a partida foi para os pênaltis, na qual o time de Marcos e Alex conseguiu trazer pela primeira vez o título continental para a Academia.

Em 2000, edição que fomos vice campeões pela terceira vez, o Peñarol venceu por 2 a 0 no jogo de ida e foi derrotado por 3 a 1 na volta, sendo eliminado nos pênaltis em confronto válido pelas oitavas de final.

Nas semifinais aconteceu aquele que é o mais disputados confronto mata mata da história centenária do clássico contra o Corinthians. No primeiro jogo 4 a 3 para nossos rivais, no segundo 3 a 2 para o Alviverde e então as penalidades, decidida naquele que é o maior lance da rivalidade, a defesa do Marcos no pênalti cobrado por Marcelinho Carioca.

Em 2001 foi a vez do São Caetano ser eliminado, em confronto válido pelas oitavas de final, o time comandado por Jair Picerni venceu o primeiro jogo por 1 a 0, conseguia segurar o empate até os 38 minutos do segundo tempo, quando Munhoz driblou dois defensores e empatou a partida. Na decisão por pênaltis, Marcos mais um vez fez seus milagres e garantiu a classificação palestrina.



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