quinta-feira, 29 de junho de 2017

BORJA, O AGRESSIVO

O colombiano Miguel Borja precisava de um segundo tempo como o de ontem, onde a racionalidade, valores de contratação e prêmios tinham que ser deixados de lado e os jogadores colocarem todos os seus instintos em campo.



Não queremos um Borja que dê passes de letra, faça lindas tabelas e triangulações, se fosse para ter esse tipo de jogador não venderíamos o Barrios. 



Queremos o furacão da Libertadores de 2016, queremos a sua força, a sua garra, o seu olho pingando sangue.



No jogo contra o Grêmio o colombiano deverá entrar novamente em campo, e confesso a minha ansiedade para ver novamente todo aquele futebol agressivo contra os gaúchos.

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