A falta de cabeça e juízo do Vitor Hugo impediu a tão sonhada paz e então o treinador teve que remodelar a distribuição dos jogadores que, como verdadeiros espartanos, deram o sangue para defender o pescoço do seu treinador.
Por falta de inspiração do Borja não saímos com a vitória, pela inspiração de Dudu e Keno evitamos a derrota. Aplausos também para Prass, Jean, Dracena, Antônio Carlos, Zé Roberto, Thiago Santos e Felipe Melo, que neutralizaram a pressão do monotemático time do norte argentino (jogaram praticamente a partida toda insistindo na bola aérea).
Sobre o Eduardo Baptista a mensagem que ficou clara depois do apito final foi que ele é sim um treinador que valoriza a defesa, é o oposto do Cuca, e qual o problema nisso?
Hoje a Inglaterra se derrete por Antônio Conte, um maluco que colocou cinco homens na primeira linha defensiva. Felipão, um dos maiores treinadores de nostra história, era um "retranqueiro" de mão cheia. Abel Braga, que muito palmeirense se lamenta por ter ido para o Fluminense, possivelmente escalaria o Thiago Santos ao lado do Felipe Melo na partida de ontem.
Moral da história: O Palmeiras vai jogar com dois volantes, três meias, um bom de passe no meio e dois velocistas (um de cada lado) e um centroavante. Aceitem que dói menos.
Nem gênio e nem burro, é muito cedo para definirmos qualquer veredito sobre o desempenho do técnico, ainda mais porque teve muito do seu plano inicial de jogo prejudicado devido as lesões de Tchê Tchê, Fabiano e Arouca (perdeu praticamente todas as opções de segundo volante do elenco, se considerarmos que o Jean também pode ser deslocado para fazer a função).

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