quarta-feira, 15 de março de 2017

CONTROLE EMOCIONAL

Com a aparição do bom futebol, principalmente no clássico contra o São Paulo, o técnico Eduardo Baptista vai ganhando a confiança da exigente torcida palestrina. Vencer no jogo de hoje será fundamental para que esse processo continue.

Técnicamente o Palmeiras é infinita vezes melhor que o modesto Jorge Wilstermann, a goleada sobre o tradicionalíssimo Peñarol se deu a uma combinação de três fatores: o time uruguaio é fraco, o campo da equipe boliviana é tenebroso e o árbitro foi mui amigo da equipe andina.




O único porém, que pode acabar com a paz entre torcida e treinador e ainda complicar, e muito, a situação do Palmeiras na Libertadores, é o controle emocional do time. 

A capacidade de fazer seus atletas pensarem rápido diante de uma eventual retranca (o que faltou contra o Corinthians) e não entrarem tão pilhados (como foi contra o Tucuman), é o ponto de interrogação que o Eduardo Baptista pode eliminar da cabeça dos torcedores se o Palmeiras realizar uma partida magistral na noite de hoje.



Vale lembrar que em um time onde há jogadores como Prass, Jean, Dracena, Zé Roberto, Felipe Melo, Guerra e Michel Bastos; Esse equilíbrio não deve ser complicado para se atingir.  



  

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