O único porém, que pode acabar com a paz entre torcida e treinador e ainda complicar, e muito, a situação do Palmeiras na Libertadores, é o controle emocional do time.
A capacidade de fazer seus atletas pensarem rápido diante de uma eventual retranca (o que faltou contra o Corinthians) e não entrarem tão pilhados (como foi contra o Tucuman), é o ponto de interrogação que o Eduardo Baptista pode eliminar da cabeça dos torcedores se o Palmeiras realizar uma partida magistral na noite de hoje.
Vale lembrar que em um time onde há jogadores como Prass, Jean, Dracena, Zé Roberto, Felipe Melo, Guerra e Michel Bastos; Esse equilíbrio não deve ser complicado para se atingir.

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