Muito está se falando das entrevistas dos donos da Crefisa (patrocinadora do Palmeiras) e do presidente Mauricio Galiotte, onde o foco é o valor que a financeira investe no clube.
E para acabar logo com essa conversa, o valor que a Leila e seu marido pagam é sim acima da média do mercado e simplesmente porque o Palmeiras é hoje um clube muito acima da média do futebol brasileiro.
Para justificar isso, vou fazer três perguntas:
Que outro clube tem dois títulos nacionais em seguida?
Qual outro clube revelou um jogador que foi um dos responsáveis pelo título olímpico inédito da Seleção Brasileira, além de ser o artilheiro do escrete canarinho nas Eliminatórias e ter apavorado a Premier League em apenas três jogos?
Que outro clube terá em 2017 todos os seus jogos na Taça Libertadores da América transmitidos pela maior emissora do país no estado de São Paulo (maior público consumidor do Brasil)?
A resposta todos sabem: Palmeiras.
Isso tudo mostra a força de mídia que nostra camisa tem hoje (isso sem contabilizar o estádio, programa de sócio torcedor e mercado latino americano). Imagina como foi propagado o nome da financeira ao longo das campanhas vitoriosas da Copa do Brasil de 2015 e do Brasileirão de 2016.
Pensem em quantas pessoas mundo afora viram lances do Gabriel Jesus vestindo a camisa do Palmeiras e consequentemente a marca da Crefisa e da FAM.
O raciocínio é lógico, quanto mais o Palmeiras dominar o futebol, mais mídia as empresas de Leila vão ter. Portanto não é a Crefisa que paga caro, nossa camisa que vale muito.

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