O Palmeiras deve mostrar nas próximas partidas estar preparado para tocar o seu ano vencedor sem a presença de Tchê Tchê e Moisés por um bom tempo.
Isso é consequência do trabalho para a formação de um elenco forte que deverá dar a sustentação necessária para o time evoluir cada vez mais, com um futebol que vai encher, em cada jogo, mais os olhos da exigente torcida.
Diferente seria se tragédia parecida atingisse a Academia de Futebol no segundo semestre do ano passado, onde o time não tinha reservas gabaritados à altura para substituir os dois meias, e fatalmente poderíamos ter visto nostro sagrado título de Campeão Brasileiro de 2017 se romper como os ligamentos de um joelho lesionado.
Tenho certeza que toda a comunidade palestrina (torcida, diretoria e jogadores) está preparada para dar todo o apoio necessário ao Moisés se recuperar da melhor maneira possível e voltar com o futebol gigantesco que vinha apresentando desde a segunda metade do ano passado.
Agora os únicos que não estão preparados nessa história são os árbitros desse Campeonato Paulista, o que se viu ontem foi um festival de pancadas por parte do time da Linense e um certo constrangimento por parte do árbitro Luiz Flávio de Oliveira em aplicar a regra (dar o cartão amarelo e em seguida o vermelho para os agressores).
A sensação que tenho, isso desde a primeira partida contra o Botafogo, é que os homens do apito querem meio que compensar a falta de técnica dos times menores, fazendo vista grossa, em lances mais ríspidos.
A Federação Paulista de Futebol, precisa tomar uma atitude sobre isso, pois senão times qualificados, como o Palmeiras, terão que rever a forma como participarão do campeonato.

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