Depois de mais uma derrota em jogo decisivo, não é possível que a diretoria do Palmeiras ainda encontre motivos para manter o técnico Eduardo Baptista no cargo.
Para justificar a queda do treinador, eu elenquei cinco motivos.
1) Equilíbrio emocional do time: Quase todos os jogos realmente importantes do Palmeiras no ano, o time mostrou um desequilíbrio emocional gigantesco, hora os jogadores parecem que tomaram algum calmante tarja preta (vide o primeiro jogo contra a Ponte Preta), hora entram pilhados demais.
2) Coerência Tática: O treinador não adotou uma forma do Palmeiras jogar, duvido que algum especialista em futebol define o Palmeiras como um time defensivo ou ofensivo, se gosta de jogar no contra ataque ou então tocar a bola. Passaram cinco meses e o treinador ainda não deu uma cara para o time.
3) Definição de funções: Ano passado todo palestrino sabia que a bola parada era com o Dudu, e com isso ele foi o campeão em assistências do Campeonato Brasileiro. Nesse ano cada hora um jogador diferente pega a bola para bater as faltas ou escanteios.
4) Sem jogadas ensaiadas ou treinadas: Não me recordo nenhum lance que o Palmeiras fez uso de jogadas ensaiadas, triangulações ou tabelas.
5) Setor defensivo: Mesmo adotando um cabeça de área, o Cuca jogava com o Tchê Tchê de volante, o time toma gols demais, só na Libertadores foram 8 gols sofridos em cinco jogos.

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