A escolha por Eduardo Baptista como treinador do Palmeiras para a temporada 2017 foi recebida com desconfiança pela grande maioria da torcida, que com a surpreendente saída do Cuca, passou a imaginar super nomes, como o do argentino Marcelo Bielsa.
Ao analisar seu histórico pelos três clubes que já passou (Sport, Fluminense e Ponte Preta), em parte a desconfiança de nostra torcida faz sentido, o jovem treinador fez trabalhos considerados bons em dois clubes de porte médio (Sport e Ponte Preta) e teve um desempenho razoável no Fluminense, clube de maior expressão e pressão.
É justo dizer que sob o comando do time carioca, Eduardo Baptista levou a equipe até as semi finais da Copa do Brasil de 2015, caindo depois de dois jogos muito equilibrados contra o Palmeiras, que passou para a final depois de vencer na disputa por pênaltis. E que o início do ano do Fluminense foi um turbulência atrás da outra devido a necessidade do clube organizar o elenco a partir de uma nova realidade financeira, depois da saída do patrocínio da Unimed.
O ponto que deve ter sido o principal para a diretoria ter escolhido o filho do Nelsinho Baptista, é a forma que montou o time da Ponte Preta durante do Campeonato Brasileiro desse ano. Defesa forte, bola no chão e contra ataques; futebol muito semelhante ao empregado pelo Cuca no segundo turno do torneio nacional.
Ao comandar o primeiro treino no final de janeiro, Eduardo sabe que vai ter um desafio que será um divisor de águas de sua carreira, isso porque tanto diretoria, elenco e torcida quer que 2017 também se torne um ano histórico para a Sociedade Esportiva Palmeiras.

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