terça-feira, 4 de abril de 2017

VALDÍVIA, BANCO OU HELICÓPTERO?

A semana começou quente nos bastidores do futebol, o anúncio da possível troca entre Giovanni Augusto (Corinthians) por Valdívia (Internacional) e mais tarde a possibilidade do meia atacante do clube gaúcho ser envolvido em uma troca por Rafael Marques do Palmeiras deixa algumas dúvidas no ar.



A primeira é tentar entender porque o Internacional, que até o começo do ano era irredutível em envolver o Valdívia em alguma operação de troca dentro do mercado brasileiro, vai ao mercado oferecer o jogador? Seria por causa do seu salário (R$ 300 mil mensais)? Seria pelo jogador não querer disputar a Série B? Seria pelo fato de que desde que voltou de grave lesão no ano passado, o Valdívia nunca mais foi o mesmo?


Analisando sob o ponto de vista do jogador, a ida para o Palmeiras seria o melhor dos cenários, isso porque lá, ele teria o tempo necessário para tentar reencontrar o seu bom futebol.



Porém envolver o Rafael Marques na negociação não agradaria nem o técnico Eduardo Baptista (que conta com a versatilidade do jogador em momentos decisivos) nem o elenco (o meia atacante é um dos líderes entre os jogadores).

Outro ponto é a quantidade de jogadores que o elenco do Palmeiras oferece para a mesma função do Valdívia: Dudu, Michel Bastos, Roger Guedes, Keno, Erik e o próprio Rafael Marques.

O que fica escancarada é a força do elenco palestrino em relação ao do seu rival. Nessa negociação estamos falando de um jogador que viria para ser terceiro reserva enquanto que no Corinthians, provavelmente ele chegaria de helicóptero.



Nenhum comentário:

Postar um comentário