terça-feira, 14 de junho de 2016
Depois da era Arce, lateral direita volta a dar alegrias para o torcedor
Como era bom saber que o Palmeiras tinha uma lateral direita tão boa quanto a do paraguaio Arce, um verdadeiro mestre na arte de cruzar e cobrar faltas.
Em 2002 o lateral se transferiu para o Japão e desde então o palmeirense tem pesadelos com os atletas que se candidataram para a vaga. Vieram jogadores que todos sabiam que não dariam certo como Weldinho e Fabinho Capixaba, nomes que jogaram muito em seus clubes, mas não vingaram, como Amaral (Goiás) e Ayrton (Coritiba) e atletas que foram razoavelmente bem como o Cicinho e o Lucas.
No começo da temporada o setor voltou a ser problema com a queda absurda de rendimento do Lucas e a falta de maturidade de João Pedro (será uma eterna promessa?), porém com a chegada do Cuca no comando técnico e a contratação do meia Tchê Tchê as coisas mudaram.
O treinador Gaúcho encontrou uma maneira eficiente de usar a lateral revesando Jean e Tchê Tchê conforme a necessidade do jogo, o que confunde os adversários e facilita jogadas de ataque por aquele setor.
Tudo bem que não é a precisão do Arce, nem a velocidade do Cafu, mas só o fato de poder ficar mais tranquilo com o lado direito do campo já é motivo de extrema alegria.
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